Uma Casa No Fim do Mundo

Uma Casa no Fim do Mundo (A Home At The End Of The World, 2004) narra a história de Bobby ( Erik Smith) e Johnny (Harrys Allan), dois amigos de infância que se encontram, pela primeira vez, na escola, em Ohio, e se tornam inseparáveis. Johnny descobre no não muito convencional Bobby a libertação para um mundo mais amplo. Já o Bobby vê em Johnny e sua família, uma estabilidade que ele nunca teve, o que se torna muito aparente na relação com Alice (Sissy Spacek), mãe de Johnny. Os protagonistas, então, se tornam mais que amigos, quase irmãos, e acabam por descobrirem juntos a própria sexualidade.
Os amigos se separam e se reencontram vinte anos depois, em 1980, quando conhecem Clair (Robin Wright Penn) que havia planejado ter um filho com Johnnathan - agora assumidamente gay- mas passa a ter um relacionamento amoroso com Bobby. Deles nasce Rebecca, e Bobby e Clair se mudam para o campo, juntamente com Johnathan.
O trio forma um tipo diferente de família, questionando as definições tradicionais, e passam a ter complicações provenientes desta relação a três.
Vale ressaltar a perfeita trilha sonora do filme, que tráz, como canção principal, “It’s Gonna Take A Miracle”, de Laura Nyro, a canção mais carregada de emoções já gravada.
Harrys Allan (Johnathan) teve sua participação no seriado americano Queer As Folk (Os Assumidos) como James Hunter, o filho adotado do casal homossexual Michael Novotny (Hal Sparks) e Ben Bruckner (Robert Grant). Curiosamente, no seriado, Hunter é soropositivo, o que parece evidente no personagem do mesmo ator em “Uma Casa No Fim Do Mundo”, onde a doença começa a se manifestar ao final do filme.
“A família é o que você quer que ela seja”.
Igor Xavier
Oficina D’idéias
Etiquetas: aids, cult, drama, drogas, gay, queer as folk, romance, threesome
Fevereiro 25, 2008 em 6:19 am
Muito bem! Agora vejo onde vc usa suas horas de filmes assistidos diariamente =D
Continue com seu projeto e quem sabe um dia vc não vai comentar o Oscar na tv
sucessooooooo!
boa sorte!
Fevereiro 25, 2008 em 11:02 am
É o que chamamos de “unir o útil ao agradável”. Tudo o que fazemos na vida tem sua consequência. Felizmente, eu soube aproveitar o que aprendi.
Agradeço seu comentário e peço-lhe que apareça mais vezes. Será um prazer tê-lo sempre presente.
Igor Xavier
Oficina D’idéias
Fevereiro 25, 2008 em 5:34 pm
Opa, fala aí Igor, curti seu Blog e agradeço por ter visitado o meu. O seu aborda os filmes de maneiras bem espontânea e clara além é claro, de valrem como sugestões. Parabéns!
até mais
Maio 25, 2008 em 1:40 pm
eu amei esse filme e agora sou fã da laura nyro.